"A Menina que Roubava Livros" me inspira muito a cada palavra, cada frase. Com a Morte narrando toda a história de Liesel, podemos embarcar em uma incrível viagem à Alemanha nazista e suas grandes dificuldades. Hitler. Guerras. Pobreza. Os judeus. Pontos marcantes da história muito bem trabalhada, onde Markus Zusak mexe com o psicológico do leitor e o leva à lugares incríveis onde até a própria mente humana é capaz de desconhecer.
A fome e a morte de pessoas pelas guerras nos levam a pensar no mundo em que vivemos. E no amor. O amor escondido. O amor de Liesel por seus pais adotivos, seu melhor amigo, Rudy Steiner e um judeu que vivera em seu porão por algum tempo. Filho do falecido Erik Vandenburg, amigo de guerra de Hans Hubermann, Max Vandenburg, um judeu, é enviado à Rua Himmel, número 33, em busca do amigo de seu pai. Hans a anos atrás viera a fazer uma promessa a mãe de Max, que o ajudaria quando precisasse, já que seu amigo o salvou da guerra. E passados alguns anos, Max estaria em seu porão, fugindo dos alemães. Fugindo de Hitler.
Cada página lida traz uma emoção diferente, nos faz imaginar como o branco da neve pode permanecer tão puramente branco, mesmo em momentos tão difíceis.
Guerras, amor, amizade e uma simples frase:
• Uma última nota de sua narradora •
Os seres humanos me assombram.
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